Calcular o risco cardiovascular pelas escalas atualmente validadas nem sempre revela toda a verdade sobre o estado das artérias do doente. É na chamada “zona cinzenta” do risco cardiovascular que a imagem pode acrescentar informação relevante, ajudando a identificar aterosclerose subclínica, a reclassificar o risco e, potencialmente, modificar a abordagem…
