Entrevistas

Deficiência de ferro na IC: “Deve ser rastreada sistematicamente”

23 maio 2022

Com presença assídua nas reuniões da especialidade, a Dr.ª Irene Marques, assistente graduada de Medicina Interna do Centro Hospitalar Universitário do Porto, não faltou ao segundo dia do Heart Failure 2022, em Madrid. A convite da My Cardiologia, a internista partilhou a sua opinião sobre a importância do rastreio, diagnóstico e tratamento da ferropenia nos doentes com insuficiência cardíaca (IC).

“Sabemos que a deficiência de ferro é um problema muito prevalente nos doentes com IC, principalmente nos internados por descompensação da doença e nos casos de IC crónica, que estão a ser seguidos em consulta externa/ambulatório”, apontou.

“Essa deficiência é muito relevante e deve ser rastreada sistematicamente em todos os doentes com IC, e quando diagnosticada deve ser corrigida com carboximaltose férrica, que é a única terapêutica com evidência sólida, a suportar a sua eficácia na redução de hospitalizações e na qualidade de vida dos doentes”, destacou.

Por fim, a Dr.ª Irene Marques acrescentou que, “além destes benefícios demonstrados no AFFIRM-AHF, há estudos a indicar que a carboximaltose administrada em doentes com IC em ambulatório consegue também melhorar o desempenho 6M walking test, diminuindo por isso os sintomas e aumentando a qualidade de vida.”

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