Opinião

AVC e fatores de risco: quais as recomendações e desafios atuais
Prof. Doutor Daniel Caldeira, coordenador do Grupo de Estudos de Trombose e Plaquetas da Sociedade Portuguesa de Cardiologia
05 Nov. 2019

Os acidentes vasculares cerebrais (AVC) são a principal causa de morte em Portugal, e quando não são fatais podem ter consequências graves e incapacitantes. Os AVC que são maioritariamente isquémicos têm fatores de risco que, de acordo com o estudo INTERSTROKE, explicam cerca de 90% de todos os eventos: hipertensão arterial, o sedentarismo, a obesidade central, o tabagismo, diabetes mellitus, fatores psicossociais, a dieta, a ingestão de álcool, a dislipidemia e causas cardíacas.

A identificação dos doentes é o principal desafio no tratamento da insuficiência cardíaca
Dr. Paulo Bettencourt, internista e coordenador do Núcleo de Estudos de Insuficiência Cardíaca
29 Out. 2019

Vivemos um período em que a comunidade médica reconhece a importância de tratar todos os doentes com insuficiência cardíaca. Nos últimos anos temos assistido a revoluções no tratamento desta doença, com ganhos muito significativos em termos de qualidade e quantidade de vida nos nossos doentes com esta condição crónica.

Dia Mundial do Cérebro: prevenção primordial do AVC
Dr. Fernando Pita
23 Jul. 2019

O acidente vascular cerebral (AVC) (de volta ao capítulo do sistema nervoso na 11.ª revisão do ICD após 62 anos de exílio) mantém-se como principal causa de morte e morbilidade em Portugal, tendo sido em 2014 responsável por 11% do total dos óbitos. No entanto, nem tudo são más notícias, tendo-se registado uma progressiva diminuição da incidência do AVC, com redução em termos de mortalidade (<46% numa década) e morbilidade. Esses ganhos são seguramente consequentes de medidas de prevenção de âmbito populacional.

Uma vida... e um contributo para o conhecimento da hipertensão arterial dos portugueses
Prof. Doutor Mário Espiga de Macedo
09 Abr. 2019

A população portuguesa residente ao longo de todo o território do país apresenta uma grande heterogeneidade, como seria natural, dada a sua natureza e a diversidade territorial e climática por onde se distribui, acrescidas do seu desenvolvimento cultural e socioeconómico e ainda da sua ancestralidade. Diretamente relacionado com estes fatores está o seu estado de saúde e de doença e o modo como se comporta perante eles.

 

Infeção associada aos dispositivos cardíacos eletrónicos implantáveis
Dr. Hipólito Reis
02 Abr. 2019

Após a 1.ª implantação de um pacemaker, em 1958, verificou-se ao longo dos últimos anos uma evolução tecnológica notável, com a introdução progressiva de novos dispositivos médicos que se destinam a monitorizar ou a tratar as arritmias ou a insuficiência cardíaca. O conjunto destes aparelhos, denominados dispositivos cardíacos eletrónicos implantáveis (DCEI), engloba os pacemakers (PM), os cardioversores-desfibrilhadores implantáveis (CDI), os sistemas de ressincronização cardíaca (CRT) e os registadores de eventos subcutâneos.

 

Informal Weekend 3 debate insuficiência cardíaca
Dr. Rui Cerqueira e Dr. André Antunes
25 Mar. 2019

Decorreu nos dias 22, 23 e 24 de fevereiro de 2019 no HD | Ducetânia Hotel, em Penela, o Informal Weekend 3, organizado pelo Clube de Internos de Cirurgia Cardíaca (CICC) da Sociedade Portuguesa de Cirurgia Cardiotorácica e Vascular (SPCCTV).

 

Ecocardiografia de esforço na criança
Prof. Doutor Carlos Cotrim, Hospital da Cruz Vermelha
26 Fev. 2019

O Hospital da Cruz Vermelha desenvolveu, nos últimos quatro anos, no seu Laboratório de Ecocardiografia, uma atividade crescente na área da ecocardiografia de sobrecarga com particular relevo para a ecocardiografia de esforço em tapete rolante. A utilização de ecocardiografia de sobrecarga no adulto é atualmente recomendada como exame de primeira linha no estudo do doente cardíaco pela Sociedade Europeia de Cardiologia.

 

Do enfarte agudo do miocárdio ao assumir da doença
Dr. Pedro Marques da Silva, internista e coordenador do Núcleo de Estudos de Prevenção e Risco Vascular
19 Fev. 2019

“Doutor, de repente, senti uma dor no peito, uma dor aguda, persistente… Durou muito tempo, um bom período da noite. A certa altura a pressão no peito era tão grande que julguei que ia morrer. Tentei não dar importância, até porque já tinha, de vez em quando, um ardor no peito, um formigueiro. Tentei andar, mas faltava-me força nas pernas, tive vontade de vomitar e deu-me uns suores muito frios e comecei a suar. Não é que eu seja medroso, mas fiquei muito preocupado. O coração mete-nos sempre medo. A minha mulher chamou logo o 112. Foi um enfarte do miocárdio. Agora o que mais me preocupa é que volte a acontecer, que torne a dar-me qualquer coisa.”

 

II Wetlab da Válvula Mitral CICC/SPCCTV em retrospetiva
Dr. André Antunes, secretário-geral do Clube Internos Cirurgia Cardíaca (CICC)
08 Jan. 2019

Decorreu no passado dia 10 de novembro de 2018, no Espaço Ethicon, em Lisboa, o II Wetlab Válvula Mitral organizado pelo Clube de Internos de Cirurgia Cardíaca (CICC) da Sociedade Portuguesa de Cirurgia Cardiotorácica e Vascular (SPCCTV). Tratou-se de mais uma iniciativa deste clube, refletindo todo o seu dinamismo já lhe reconhecido, que teve a participação de mais de dois terços dos médicos internos de cirurgia cardíaca a nível nacional.

 

Os “novos” antidiabéticos na doença cardiovascular
Dr.ª Ana Margarida Monteiro, assistente hospitalar de Endocrinologia, Hospital de Braga
16 Out. 2018

As doenças cardiovasculares (DCV) são a principal causa de morte e morbilidade em doentes com diabetes mellitus tipo 2 (DM2). Neste sentido, a diminuição dos eventos cardiovasculares (CV) constitui um imperativo clínico que deve ser priorizado de forma a reduzir mortes prematuras, a melhorar a qualidade de vida e a diminuir os custos individuais e médicos.

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