Opinião

Hipertensão Pulmonar: É necessário orientar estes doentes para centros especializados
Dr.ª Fabienne Gonçalves
03 Mar. 2021

Conheça a opinião da Dr.ª Fabienne Gonçalves, assistente hospitalar graduada de Medicina Interna da Unidade de Doença Vascular Pulmonar do do Centro Hospitalar do Porto, sobre a importância do diagnóstico e tratamento adequados nos doentes com hipertensão pulmonar.

 

Cancro e doença cardiovascular – Importância dos programas de reabilitação
Dr.ª Sofia Viamonte
15 Fev. 2021

Conheça a opinião da Dr.ª Sofia Viamonte, médica fisiatra, diretora do Centro de Reabilitação do Norte e coordenadora do programa ONCOMOVE® da Associação de Investigação em Cuidados de Suporte e Oncologia (AICSO), sobre a segurança e o benefício do exercício no doente oncológico no que se refere ao sistema cardiovascular.

Dr. Gonçalo Proença
Dr. Gonçalo Proença, Coordenador da Unidade de Cardiologia Hospital de Cascais, cardiologista no Hospital Lusíadas Lisboa
19 Nov. 2020

A redução do risco de acidentes vasculares cerebrais (AVC), eventos graves e potencialmente fatais, faz-se, de forma geral, através do recurso aos anticoagulantes orais. Só os doentes com menos de 65 anos, sem doenças associadas e sem antecedentes relevantes podem ser dispensados desta medicação, pois nestes casos o risco cardioembólico é considerado muito baixo. Todos os outros devem ser medicados o mais precocemente possível.

Dia Nacional do Doente Coronário: um tema de todos e para todos
Dr. Francisco Araújo
11 Fev. 2020

As doenças cardiovasculares (DCV) continuam a ser a principal causa de morte em Portugal. Somos um país de sedentários, temos um número enorme de obesos e um em cada cinco adultos ainda fuma. Para além disso, cerca de 40% da população é hipertensa, dois terços têm colesterol elevado e há um milhão de portugueses com diabetes. Um cenário em que o caldo parece sempre pronto a entornar. Estes fatores de risco condicionam a progressão da aterosclerose, a doença em que o colesterol se acumula nas artérias, com risco de enfarte, acidente vascular cerebral (AVC) ou de má circulação periférica, com maior hipótese de amputação por exemplo. A aterosclerose gera custos pessoais, familiares e sociais muito elevados. Um estudo recente realizado mostra que os custos da doença são astronómicos: cerca de 1.900 milhões de euros que representam 1% do PIB ou 11% do total de despesas de saúde em Portugal.

A arritmia que pode causar um AVC
Dr. Ernesto Carvalho
26 Nov. 2019

A fibrilhação auricular é a arritmia mais frequente com uma prevalência superior a 10% na população com mais de 75 anos de idade e podendo ocorrer em mais de 1% na população em geral.

AVC e fatores de risco: quais as recomendações e desafios atuais
Prof. Doutor Daniel Caldeira, coordenador do Grupo de Estudos de Trombose e Plaquetas da Sociedade Portuguesa de Cardiologia
05 Nov. 2019

Os acidentes vasculares cerebrais (AVC) são a principal causa de morte em Portugal, e quando não são fatais podem ter consequências graves e incapacitantes. Os AVC que são maioritariamente isquémicos têm fatores de risco que, de acordo com o estudo INTERSTROKE, explicam cerca de 90% de todos os eventos: hipertensão arterial, o sedentarismo, a obesidade central, o tabagismo, diabetes mellitus, fatores psicossociais, a dieta, a ingestão de álcool, a dislipidemia e causas cardíacas.

A identificação dos doentes é o principal desafio no tratamento da insuficiência cardíaca
Dr. Paulo Bettencourt, internista e coordenador do Núcleo de Estudos de Insuficiência Cardíaca
29 Out. 2019

Vivemos um período em que a comunidade médica reconhece a importância de tratar todos os doentes com insuficiência cardíaca. Nos últimos anos temos assistido a revoluções no tratamento desta doença, com ganhos muito significativos em termos de qualidade e quantidade de vida nos nossos doentes com esta condição crónica.

Dia Mundial do Cérebro: prevenção primordial do AVC
Dr. Fernando Pita
23 Jul. 2019

O acidente vascular cerebral (AVC) (de volta ao capítulo do sistema nervoso na 11.ª revisão do ICD após 62 anos de exílio) mantém-se como principal causa de morte e morbilidade em Portugal, tendo sido em 2014 responsável por 11% do total dos óbitos. No entanto, nem tudo são más notícias, tendo-se registado uma progressiva diminuição da incidência do AVC, com redução em termos de mortalidade (<46% numa década) e morbilidade. Esses ganhos são seguramente consequentes de medidas de prevenção de âmbito populacional.

Uma vida... e um contributo para o conhecimento da hipertensão arterial dos portugueses
Prof. Doutor Mário Espiga de Macedo
09 Abr. 2019

A população portuguesa residente ao longo de todo o território do país apresenta uma grande heterogeneidade, como seria natural, dada a sua natureza e a diversidade territorial e climática por onde se distribui, acrescidas do seu desenvolvimento cultural e socioeconómico e ainda da sua ancestralidade. Diretamente relacionado com estes fatores está o seu estado de saúde e de doença e o modo como se comporta perante eles.

 

Infeção associada aos dispositivos cardíacos eletrónicos implantáveis
Dr. Hipólito Reis
02 Abr. 2019

Após a 1.ª implantação de um pacemaker, em 1958, verificou-se ao longo dos últimos anos uma evolução tecnológica notável, com a introdução progressiva de novos dispositivos médicos que se destinam a monitorizar ou a tratar as arritmias ou a insuficiência cardíaca. O conjunto destes aparelhos, denominados dispositivos cardíacos eletrónicos implantáveis (DCEI), engloba os pacemakers (PM), os cardioversores-desfibrilhadores implantáveis (CDI), os sistemas de ressincronização cardíaca (CRT) e os registadores de eventos subcutâneos.

 

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