Opinião

Dr. Gonçalo Proença
Dr. Gonçalo Proença, Coordenador da Unidade de Cardiologia Hospital de Cascais, cardiologista no Hospital Lusíadas Lisboa
19 Nov. 2020

A redução do risco de acidentes vasculares cerebrais (AVC), eventos graves e potencialmente fatais, faz-se, de forma geral, através do recurso aos anticoagulantes orais. Só os doentes com menos de 65 anos, sem doenças associadas e sem antecedentes relevantes podem ser dispensados desta medicação, pois nestes casos o risco cardioembólico é considerado muito baixo. Todos os outros devem ser medicados o mais precocemente possível.

Dia Nacional do Doente Coronário: um tema de todos e para todos
Dr. Francisco Araújo
11 Fev. 2020

As doenças cardiovasculares (DCV) continuam a ser a principal causa de morte em Portugal. Somos um país de sedentários, temos um número enorme de obesos e um em cada cinco adultos ainda fuma. Para além disso, cerca de 40% da população é hipertensa, dois terços têm colesterol elevado e há um milhão de portugueses com diabetes. Um cenário em que o caldo parece sempre pronto a entornar. Estes fatores de risco condicionam a progressão da aterosclerose, a doença em que o colesterol se acumula nas artérias, com risco de enfarte, acidente vascular cerebral (AVC) ou de má circulação periférica, com maior hipótese de amputação por exemplo. A aterosclerose gera custos pessoais, familiares e sociais muito elevados. Um estudo recente realizado mostra que os custos da doença são astronómicos: cerca de 1.900 milhões de euros que representam 1% do PIB ou 11% do total de despesas de saúde em Portugal.

A arritmia que pode causar um AVC
Dr. Ernesto Carvalho
26 Nov. 2019

A fibrilhação auricular é a arritmia mais frequente com uma prevalência superior a 10% na população com mais de 75 anos de idade e podendo ocorrer em mais de 1% na população em geral.

AVC e fatores de risco: quais as recomendações e desafios atuais
Prof. Doutor Daniel Caldeira, coordenador do Grupo de Estudos de Trombose e Plaquetas da Sociedade Portuguesa de Cardiologia
05 Nov. 2019

Os acidentes vasculares cerebrais (AVC) são a principal causa de morte em Portugal, e quando não são fatais podem ter consequências graves e incapacitantes. Os AVC que são maioritariamente isquémicos têm fatores de risco que, de acordo com o estudo INTERSTROKE, explicam cerca de 90% de todos os eventos: hipertensão arterial, o sedentarismo, a obesidade central, o tabagismo, diabetes mellitus, fatores psicossociais, a dieta, a ingestão de álcool, a dislipidemia e causas cardíacas.

A identificação dos doentes é o principal desafio no tratamento da insuficiência cardíaca
Dr. Paulo Bettencourt, internista e coordenador do Núcleo de Estudos de Insuficiência Cardíaca
29 Out. 2019

Vivemos um período em que a comunidade médica reconhece a importância de tratar todos os doentes com insuficiência cardíaca. Nos últimos anos temos assistido a revoluções no tratamento desta doença, com ganhos muito significativos em termos de qualidade e quantidade de vida nos nossos doentes com esta condição crónica.

Dia Mundial do Cérebro: prevenção primordial do AVC
Dr. Fernando Pita
23 Jul. 2019

O acidente vascular cerebral (AVC) (de volta ao capítulo do sistema nervoso na 11.ª revisão do ICD após 62 anos de exílio) mantém-se como principal causa de morte e morbilidade em Portugal, tendo sido em 2014 responsável por 11% do total dos óbitos. No entanto, nem tudo são más notícias, tendo-se registado uma progressiva diminuição da incidência do AVC, com redução em termos de mortalidade (<46% numa década) e morbilidade. Esses ganhos são seguramente consequentes de medidas de prevenção de âmbito populacional.

Uma vida... e um contributo para o conhecimento da hipertensão arterial dos portugueses
Prof. Doutor Mário Espiga de Macedo
09 Abr. 2019

A população portuguesa residente ao longo de todo o território do país apresenta uma grande heterogeneidade, como seria natural, dada a sua natureza e a diversidade territorial e climática por onde se distribui, acrescidas do seu desenvolvimento cultural e socioeconómico e ainda da sua ancestralidade. Diretamente relacionado com estes fatores está o seu estado de saúde e de doença e o modo como se comporta perante eles.

 

Infeção associada aos dispositivos cardíacos eletrónicos implantáveis
Dr. Hipólito Reis
02 Abr. 2019

Após a 1.ª implantação de um pacemaker, em 1958, verificou-se ao longo dos últimos anos uma evolução tecnológica notável, com a introdução progressiva de novos dispositivos médicos que se destinam a monitorizar ou a tratar as arritmias ou a insuficiência cardíaca. O conjunto destes aparelhos, denominados dispositivos cardíacos eletrónicos implantáveis (DCEI), engloba os pacemakers (PM), os cardioversores-desfibrilhadores implantáveis (CDI), os sistemas de ressincronização cardíaca (CRT) e os registadores de eventos subcutâneos.

 

Informal Weekend 3 debate insuficiência cardíaca
Dr. Rui Cerqueira e Dr. André Antunes
25 Mar. 2019

Decorreu nos dias 22, 23 e 24 de fevereiro de 2019 no HD | Ducetânia Hotel, em Penela, o Informal Weekend 3, organizado pelo Clube de Internos de Cirurgia Cardíaca (CICC) da Sociedade Portuguesa de Cirurgia Cardiotorácica e Vascular (SPCCTV).

 

Ecocardiografia de esforço na criança
Prof. Doutor Carlos Cotrim, Hospital da Cruz Vermelha
26 Fev. 2019

O Hospital da Cruz Vermelha desenvolveu, nos últimos quatro anos, no seu Laboratório de Ecocardiografia, uma atividade crescente na área da ecocardiografia de sobrecarga com particular relevo para a ecocardiografia de esforço em tapete rolante. A utilização de ecocardiografia de sobrecarga no adulto é atualmente recomendada como exame de primeira linha no estudo do doente cardíaco pela Sociedade Europeia de Cardiologia.

 

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